Sexta-feira, Julho 10, 2009
Quinta-feira, Julho 09, 2009
Um incrível exemplo de vida!!!
Um incrível exemplo de vida.
ESPEREMOS QUE ESTA HISTÓRIA NOS POSSA SERVIR DE MODELO.
UMA MULHER DE 98 ANOS. NÃO TEM INIMIGOS.
TODOS OS SERES HUMANOS DEVERIAM VIVER COMO ESTA BOA E ADORÁVEL MULHER !
QUASE AO FINAL DA PRÁTICA DOMINICAL O SACERDOTE PERGUNTOU AOS FIEIS, NA IGREJA: "QUANTOS DE VOCÊS CONSEGUIRAM PERDOAR SEUS INIMIGOS?"
A MAIORIA LEVANTOU A MÃO. O SACERDOTE VOLTOU A REPETIR A MESMA PERGUNTA E ENTÃO TODOS LEVANTARAM A MÃO MENOS UMA PEQUENA E FRÁGIL VELHINHA.
"SENHORA MARIAZINHA? A SENHORA NÃO ESTÁ DISPOSTA A PERDOAR A SUAS INIMIGAS?"
"EU NÃO TENHO INIMIGOS!" RESPONDEU ELA, DOCEMENTE.
"SENHORA MARIAZINHA, ISTO É MUITO RARO!" DISSE O SACERDOTE. E PERGUNTOU: "QUANTOS ANOS TEM A SENHORA?
E ELA RESPONDEU: "98 ANOS!"
O PÚBLICO PRESENTE NA IGREJA SE LEVANTOU E APLAUDIU A IDOSA, ENTUSIASTICAMENTE.
"SENHORA MARIAZINHA, CONTE PARA TODOS NÓS COMO SE VIVE 98 ANOS E NÃO SE TEM INIMIGOS?"
A DOCE VELHINHA SE DIRIGE AO ALTAR E DIZ EM TOM SOLENE, OLHANDO PARA O PÚBLICO EMOCIONADO:
" PORQUE TODOS OS FILHOS DAS PUTAS JÁ MORRERAM! "
Segunda-feira, Julho 06, 2009
O Disfarce que todo mundo (Não) Viu
Por Paulo Silva (*)
Disfarce. Vocábulo: 1. Ação de disfarçar-(se). 2. Aquilo que serve para disfarçar. 3. Fingimento, dissimulação. 4. Fig. Máscara. Dic. Aurélio. Ed. N. Fronteira – pág
(*) O autor é estudioso do folclore e demologia amazônida.
Flor do Maracujá - Boi Bumbá
Diamante Negro é campeão
O Boi-Bumbá Diamante Negro com apenas cinco décimos de diferença, 658,8 contra 658,3 derrotou o contrário Corre Campo na XXVIII Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás no Arraial Flor do Maracujá. Preservação - Das Raízes às Emoções foi o tema apresentado pelo boi dirigido pelo folclorista Aluízio Guedes e sua esposa Eleida. O interessante foi que mesmo após a Comissão Organizadora divulgar o resultado oficial, dando o grupo como vencedor do festival, seus integrantes presentes no “curral” de dança do Flor do Maracujá, não festejaram. “Parece que eles não acreditaram no resultado”, disse Edvan diretor do boi Veludinho. Na realidade o que pegou, foi a falta de punição ao grupo por não ter colocado de acordo com o que reza o Auto do Boi-Bumbá em relação ao quesito “Mascarados”. O Diamante Negro não colocou esses personagens caracterizados como consta no manual do julgador distribuído pela coordenação a imprensa e jurados. “Todos que estavam nas arquibancadas do Flor do Maracujá viram que os mascarados do Diamante Negro estavam sem máscara, porém o regulamento não diz que Mascarado tem que usar máscara”, palavras infelizes da professora Nazaré Silva justificando o indeferimento do recurso impetrado em tempo hábil pela direção do Corre Campo.
Sendo assim o Diamante Negro foi anunciado como campeão com a seguinte pontuação: 658,8 pontos; em 2º lugar com 658,3 pontos, 3º lugar com 646,9 Boi Marronzinho e em 4º com 646,9 lugar o Boi Az de Ouro. O Tira Teima ficou com 5º lugar e o Boi “Vencedor” foi o último colocado.
No naipe Boi-Bumbá Mirim o grande vencedor foi Estrelinha com 647,0 pontos; 2º lugar Mimosinho com 617,0 pontos, em 3º lugar Brilhantinho com 601,5 pontos e em último lugar o Boi Veludinho com 557,2 pontos.
Flor do Maracujá - Quadrilhas
Rádio Farol adulta e mirim vence festival
Os fenômenos da natureza deram todos os troféus do Maracujá a Rádio Farol
O Grupo Folclórico “Os Caipiras do Rádio Farol” foi o grande vencedora da XXVIII Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás do Arraial Flor do Maracujá, com seus grupos adulto e mirim. Com o tema “Radio Farol em Oração”, a “Furacão do Norte” como também é conhecida a quadrilha do Severino fez uma brilhante apresentação na noite do último sábado encantando o público que superlotou as arquibancadas do Flor do Maracujá. A despedida do marcador “Cueca” foi recheada de fenômenos da natureza como, maremoto; furacão, chuva, relâmpago e outros. Enquanto os pares evoluíam, os destaques iam surgindo no meio da arena saindo de dentro de cenários muito bem confeccionados pelo artesão Ernane Cabral.
O público começou a sentir que o Rádio Faro adulto vinha pra cima dos concorrentes, quando a quadrilha Mirim começou sua apresentação “Radio Farol em Oração” era como se as crianças estivessem através de suas orações, pedindo proteção para que o grupo adulto fizesse uma boa apresentação.
A Rádio Farol adulta ganhou dos jurados 419,5 pontos. “Poxa vida ainda tiraram cinco décimos da nossa quadrilha”, lamentava o presidente Severino um perfeccionista por excelência.
A Classificação final dos grupos de quadrilhas ficou assim: em 1º lugar “Os Caipiras do Rádio Farol”; 2º lugar JUABP; 3º lugar “A Roça é Nossa”; 4º lugar “Na Tonga da Mironga do Cabuletê”.
No naipe de quadrilha mirim a campeã foi a Rádio Farol; 2º lugar Rosa de Ouro, 3º Rosa Divina e 4º Rodopio.
Descem para o grupos de acesso as quadrilhas mirins, Matutinhos do Triângulo e Juabp.
Os grupos de quadrilha adultos que desceram para a categoria de Acesso foram: Matutos na Cidade Grande e Mocidade Junina.
Sábado, Julho 04, 2009
OBRIGADO!!!
Sexta-feira, Julho 03, 2009
HOJE É O DIA DO "BOI CORRE CAMPO"




Quinta-feira, Julho 02, 2009
PARABÉNS CORINTHIANS!



Quarta-feira, Julho 01, 2009
GENIAL... DIRETO DO escutaze.blog.uol.com.br

Missa Leiga
Por força das circunstâncias, assisti a algumas missas neste frio mês de junho, aqui
Não sou um católico praticante, como já disse neste nobre espaço. No máximo, posso me considerar, assim como o presidente Lula, um 'caótico'. Sou daqueles que só vão à igreja em casamentos, batizados e missas de sétimo dia.
Desde criança, sempre achei a missa algo bem enfadonho. Mesmo depois que os padres deixaram de rezar em latim e começaram a falar aquele português com sotaque italiano (o que deu quase no mesmo), o tempo demora muito a passar até esperado "ide em paz e que Senhor vos acompanhe".
Sei que há por aí os carismáticos, cujas celebrações parecem ser bem mais animadas. Mas não tive sorte de assistir a nenhuma delas. Só compareci às missas tradicionais. E estas precisam melhorar.
Três providências simples, bem simplezinhas mesmo, poderiam tornar esse culto um pouco mais agradável. A primeira, que os padres definitivamente passassem a falar em Português na hora do sermão e homilia, traduzindo para uma linguagem coloquial as metáforas do Evangelho.
Outra medida fundamental seria formar um coral em cada igreja. Não deve ser difícil achar meia dúzia de pessoas afinadas em cada paróquia para que os hinos religiosos nos enlevem, em vez de nos punir pelos nossos pecados.
Acho louvável a boa vontade e desinibição das senhorinhas que puxam as canções sacras enquanto o sacerdote prepara-se para a comunhão, por exemplo. Mas um coral afinado, com um órgão acompanhando, soaria bem mais agradável aos nossos ouvidos.
Seria, ainda, indispensável colocar um coroinha na frente do altar com três placas na mão: na primeira, estaria escrito "de pé"; na segunda, "de joelhos"; e, por fim, "sentados".
Assim, haveria mais harmonia entre os fieis na hora das diferentes liturgias. Vocês já repararam que durante a missa inteira ninguém se entende? Enquanto uma parte do público ajoelha, outra se levanta e uma terceira acaba ficando sentada. É sempre assim.
Eu costumo acompanhar as mais velhinhas de véu, no banco da frente. No entanto, mesmo elas de vez em quando falham. Já me flagrei em pé junto com mais duas delas, enquanto todo o resto do público estava sentado. Só eu e elas, ali, estáticos, igual a um trio de valetes.
Creio que se essas singelas sugestões fossem adotadas, talvez a Igreja Católica recuperaria os seguidores que a estão trocando por cultos mais animados, com música, dança e até shows de exorcismo no palco, digo, no altar, ao vivo e a cores.
Não espero que os católicos cheguem a tanto. Mas uma pequena "direção artística" já ajudaria bastante.
Obs: O título desta crônica é uma lembrança à peça Missa Leiga, escrita pela teatrólogo Chico de Assis. Encenada na época da ditadura, pode ser considerada uma das mais brilhantes peças da resistência democrática.
Ilustração: Sérgio Papi.



